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“Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias …” Rm 14.5

 Final de ano chegando e, logo, logo, começaremos a ouvir o clássico: Feliz Ano Novo! Quase todo mundo se empolga no final do ano e faz novas promessas que vão se acumulando àquelas não cumpridas. Fazer novas promessas é muito fácil, colocá-las   em prática é muito difícil, pois nos tira da zona de conforto.

O Feliz Ano Novo que ouviremos para o ano de 2026 , por si só, não o fará novo se não tivermos planos novos. Fazer planos, mesmo que não tenhamos cumprido alguns feitos para o ano anterior, continua sendo fundamental pois, “O coração do homem faz planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor” Pv. 16.1. Quem não tem planos se compara àquela pessoa que caminha sem saber aonde quer chegar.  “Eu sou o Senhor, o seu Deus, que ensina o que é melhor para você, que o dirige no caminho” Is 48:17.  Costuma ser cíclico, no final do ano velho fazemos novas promessas; no ano novo, velhas   desculpas.

Bem, se algo semelhante acontecer com você, não se desespere. Aconteceu com todos nós. A maioria não cumpriu neste ano o que prometera no ano passado. O fundamental é que ainda temos uma parte deste ano já quase velho para fazermos esta reflexão. Do contrário, ao fazer novos planos para o ano de 2026, voltaremos a acumular as novas promessas  às velhas, correndo-se o risco de não  cumprir nenhuma  delas.  Lembremos que rotinas infrutíferas não produzirão  resultados diferentes daqueles que temos experimentado ou colhido.

Quem desejar colher melhores frutos em 2026 precisa se concentrar primeiramente nas raízes, ou seja, nos fundamentos das promessas feitas por Deus a nós, o mais será consequência. Se a mudança não ocorrer nesse nível, o ano velho continuará conosco e o ano novo não começará em 1º de janeiro.

Presb. Sebastião Faustino