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Uma antiga lenda conta que certa vez um jovem propôs um enigma para um velho sábio de sua aldeia. Aquele ancião tinha respostas inteligentes e prontas para todas as questões que lhe eram apresentadas. O jovem, com sua sagacidade, achou que poderia colocar o legendário velho numa verdadeira enrascada. Chegou então diante dele e disse: “Eu tenho em minhas mãos um pássaro. Ele está vivo ou morto?” A mente do jovem já havia fabricado um argumento irresistível. Se o velho dissesse que o pássaro estava morto, ele abriria a mão e o pássaro sairia voando. Se dissesse que estava vivo, ele apertaria o pássaro na mão até matá-lo. De qualquer forma o velho estaria em apuros. Mas, para sua surpresa, o velho olhou-o e disse: “Jovem, o pássaro que está em suas mãos tanto pode estar vivo como morto, só depende de você”. Assim é o casamento, ele pode viver ou morrer, só depende de você, da maneira como você se comunica com seu cônjuge. A língua detém o poder de vida e de morte. (Pv 18.21 – “A morte e a vida estão no poder da língua, o que bem a utiliza como do seu fruto)”.
A Palavra de Deus tem a receita para a comunicação saudável: “…todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar” (Tg 1.19).
Em primeiro lugar, é preciso estar pronto para ouvir. Todos nós precisamos de alguém que nos ouça. Vivemos num mundo cada vez mais impessoal, onde ninguém tem tempo para ouvir o que ou outro tem a dizer.
Em segundo lugar, é preciso ser tardio para falar. Falar na hora errada, com a entonação de voz errada, com a motivação errada é um desastre.
Em terceiro lugar, é preciso ser tardio para se irar. A ira é a maneira como reagimos contra tudo aquilo que é mal.
Devemos melhorar nossa comunicação. O mundo empresarial investe na comunicação. É preciso saber se comunicar para evitar prejuízos e alcançar os objetivos. Nossa língua precisa ser instrumento de vida e não veículo de morte, medicina para alma e não veneno mortal.
Presb Daniel Toledo