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Cristo gostava de assemelhar o Reino de Deus a sementes. Ele é o semeador que sai a lançar a boa semente (Mt 13.37), sendo essa semente a Palavra de Deus, desejosa por encontrar um bom solo onde possa frutificar. Quando encontra um coração verdadeiramente receptivo, germina, cresce e frutifica em abundância (Mc 4.1-9).
Mas como isso acontece? Como a tão simples semente do Evangelho pode gerar tanto fruto? Isso é um mistério. Todavia, o Senhor faz crescer a erva, depois a espiga e o grão cheio na espiga unicamente por sua graça e soberania. Seu começo é pequeno e simples, mas seu crescimento é tão grande que até as aves do céu podem aninhar-se à sua sombra.
O Reino de Deus é como uma semente fraca e delicada, mas que contém em si o potencial para cobrir toda a face da Terra de seus frutos. O Reino de Deus é paradoxal assim. A força nasce da fraqueza e a vida começa com a morte.
No Evangelho de João, Jesus declara: “É chegada a hora de ser glorificado o Filho do Homem. Em verdade, em verdade lhes digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto.” (João 12.23–24). Cristo se fez como uma semente: fraco, vulnerável e mortal. Contudo, quando se entregou por inteiro, gerou vida para todo aquele que crê. Por sua morte, temos vida.
A morte e ressurreição de Jesus produzem fruto em abundância! Mas, para que produza fruto na sua vida, você precisa recebê-lo como um bom solo: um coração disposto a receber Cristo no mais profundo do seu ser, sem deixá-lo na superfície ou fazê-lo concorrer com as distrações da vida. Deixe que o Evangelho lhe forneça a base de quem você é; perca sua vida para encontrar a verdadeira vida. E então, você experimentará o poder transformador de Deus em seu viver.
Lic. Danilo Santos